Cartilha explica como funciona a Previdência Social

Cartilha explica como funciona a Previdência Social

A cartilha ‘Entender e defender a Previdência Social’ foi lançada em julho de 2016, no encerramento do seminário Conjuntura e Previdência Social, promovido pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Em linguagem acessível e dividida em capítulos, a cartilha desmistifica os argumentos contrários à previdência pública. A Previdência Social é uma das instituições responsáveis por

A cartilha ‘Entender e defender a Previdência Social’ foi lançada em julho de 2016, no encerramento do seminário Conjuntura e Previdência Social, promovido pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Em linguagem acessível e dividida em capítulos, a cartilha desmistifica os argumentos contrários à previdência pública.

A Previdência Social é uma das instituições responsáveis por equalizar a distribuição de renda e a inclusão social no Brasil. Sua importância é inegável na vida de milhares de brasileiros. “Queremos esclarecer e debater os falsos argumentos, que criticam a Previdência brasileira com o propósito de impor novas rodadas de supressão de direitos. O que eles querem é acabar com conquistas trabalhistas e sociais previstas na Constituição de 1988, querem de volta um Brasil do início do século passado”, disse, no lançamento, a então presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira.

A cartilha também enumera algumas propostas para melhorar a Previdência e enfrentar problemas orçamentários.

O economista João Sicsú reforçou que a Previdência é fundamental não só para quem recebe benefícios, mas para toda a economia do país.

“Ela cumpre um outro papel muito importante que não é o exclusivamente previdenciário, mas um papel extraordinário para toda a economia. São quase R$ 500 bilhões em benefícios por ano. E as 30 milhões de pessoas que recebem benefícios todo o mês não gastam esse dinheiro indo para Nova Iorque, ou comprando carros importados, ou com títulos da dívida pública. Elas gastam nas lojas de vestuário, nos mercados, nas feiras, portanto dinamizam o mercado interno e a economia do país, e isso gera emprego e renda. Muito melhor do que os R$ 500 bi gastos com juros, que não fazem crescer a economia. Ou seja, colocar dinheiro na mão do pobre dinamiza a economia, colocar dinheiro na mão de rico gera estagnação”, afirmou Sicsú.

Baixe a cartilha aqui

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