28 de Agosto lança revista acadêmica

28 de Agosto lança revista acadêmica

A inauguração da Faculdade 28 de Agosto acontece junto com o lançamento da revista acadêmica “Cadernos 28 de Agosto”. A publicação traz artigos de renomados professores e pesquisadores sobre o setor bancário brasileiro, o universo da administração, as organizações e a realidade social. Na primeira edição, Alessandra Devulsky da Silva Tisescu e Silvio Luiz de Almeida

A inauguração da Faculdade 28 de Agosto acontece junto com o lançamento da revista acadêmica “Cadernos 28 de Agosto”. A publicação traz artigos de renomados professores e pesquisadores sobre o setor bancário brasileiro, o universo da administração, as organizações e a realidade social.

Na primeira edição, Alessandra Devulsky da Silva Tisescu e Silvio Luiz de Almeida falam sobre o Estado e Capitalismo. Os autores apresentam elementos para reflexão em um artigo que fala sobre a relação entre a formação do Estado contemporâneo e o desenvolvimento do capitalismo, concentrando a análise das transformações do Estado – em especial no século XX – e sua ligação com a dinâmica das crises econômicas. Para eles, é possível concluir que não há Estado capaz de extinguir as crises do capitalismo, mas tão somente lidar com os efeitos mais destrutivos, visto que crises são próprias ao modo de funcionamento do capitalismo.

Quais são as perspectivas na nova ordem econômica? O fenômeno da globalização e os impactos da globalização financeira, suas tendências e desafios são os temas abordados por Marco Antônio Silva. O autor levanta pontos a fim de lançar uma melhor compreensão sobre estas questões e suscitar ações que venham ao encontro dos interesses da classe trabalhadora, em especial a bancária.

Tecnologia

Outro tema levantado nesta primeira edição da revista “Cadernos 28 de Agosto” trata das dimensões da difusão tecnológica no setor bancário, divisão do trabalho e ação sindical. Ana Tercia Sanches realiza um breve exame sobre as inovações tecnológicas implementadas no contexto das transformações produtivas no setor bancário, observando seus reflexos no cotidiano dos trabalhadores.

O recorte analítico pretende entender as relações sociais vigentes diante das várias dimensões da difusão tecnológica compreendidas para além do pragmatismo econômico, ressaltando para tanto o significado das novas formas de divisão do trabalho e das recentes e intensificadas formas de controle no trabalho ocorrido no setor.

Futuro

André Accorsi traça o perfil do banco do futuro. O  professor apresenta em seu estudo algumas variáveis ganharam maior relevância: combate às fraudes, business intelligence, bancarização e atendimento rápido. Neste artigo é possível prever quais serão as inovações para os bancos nos próximos anos, além de conhecer melhor o perfil do consumidor da geração Y. E mais, os desafios quando o assunto é mobilidade, papel do Brasil no cenário mundial, regulamentação, segurança e biometria, sustentabilidade e tecnologias disruptivas.

Já Moisés da Silva Marques, professor e pesquisador associado do Centro de Pesquisas 28 de Agosto, discorre sobre o futuro dos bancos públicos no Brasil, fazendo uma análise à luz do passado recente e de casos comparativos.  Marques buscou mapear o debate que traz à tona os problemas generalizados entre as instituições bancárias, em função das crises econômico-financeiras recorrentes, ao tratar do papel a ser desempenhado por esses bancos, contribuindo para um amadurecimento da discussão sobre o futuro dos bancos públicos.

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